Howler and capuchin monkey densities in riparian forests on islands and adjacent shores on the Upper Paraná River, southern Brazil

Autores

  • Lucas M. Aguiar Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA), Foz do Iguaçu, Brasil.
  • Gabriela Ludwig Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Primatas Brasileiros, Fundação Flora de Apoio a Botânica, João Pessoa, Brasil.
  • James J. Roper Universidade Federal do Paraná (UFPR), Curitiba, Brasil.
  • Walfrido K. Svoboda Universidade Federal do Paraná (UFPR), Curitiba, Brasil.
  • Italmar T. Navarro Universidade Estadual de Londrina (UEL), Londrina, Brasil.
  • Fernando C. Passos Universidade Federal do Paraná (UFPR), Curitiba, Brasil.

DOI:

https://doi.org/10.1896/044.018.0201

Palavras-chave:

Alouatta caraya, Sapajus cay, Sapajus nigritus, fragmentação florestal, levantamento populacional, conservação de primatas

Resumo

Três espécies de primatas (Alouatta caraya, Sapajus nigritus e Sapajus cay) podem ser encontradas nas matas ciliares do Alto Rio Paraná, sul do Brasil. Suas densidades populacionais foram estimadas através do método das transecções lineares em matas ciliares de duas ilhas fluviais e das margens opostas do rio, no limite entre os estados do Mato Grosso do Sul e Paraná, durante outubro de 2004 a setembro de 2005. Obteve-se um total de 397 avistamentos de primatas ao longo de 188 km percorridos. Alouatta caraya foi a espécie mais abundante na maior ilha (2.56 ind ha-1) e na margem do Mato Grosso do Sul (0.84 ind ha-1). A densidade da espécie neste local foi maior que o dobro da densidade da espécie simpátrica, S. cay (0.31 ind ha-1). Sapajus nigritus foi a espécie mais abundante na margem do Paraná (0.51 ind ha-1), seguido de A. caraya (0.40 ind ha-1). A espécie folívora, A. caraya, foi mais abundante na floresta de inundação, mais conservada, enquanto que Sapajus, onívoro, foi mais abundante na floresta de terra firme. Diferenças entre a estrutura das florestas, grau de conservação, restrições para dispersão e autoecologia dos primatas ajudam a explicar as diferenças entre as abundâncias encontradas.

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Publicado

2011-12-01

Edição

Seção

Articles

Como Citar

Aguiar, L. M., Ludwig, G., Roper, J. J., Svoboda, W. K., Navarro, I. T., & Passos, F. C. (2011). Howler and capuchin monkey densities in riparian forests on islands and adjacent shores on the Upper Paraná River, southern Brazil. Neotropical Primates, 18(2), 39-43. https://doi.org/10.1896/044.018.0201

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